O cenário digital mudou. A inteligência artificial está em todos os lugares. ChatGPT, Bard, Gemini e as buscas generativas do Google estão reescrevendo as regras do jogo. Empresários que antes investiam quase exclusivamente em tráfego pago agora questionam. Será que o SEO ainda vale a pena? A resposta é clara. Sim, vale. Entretanto, o jogo ficou mais estratégico. O SEO não morreu. Ele apenas evoluiu.
Assim, entender essa nova dinâmica virou questão de sobrevivência digital. Portanto, se você está acostumado a investir em anúncios e medir retorno no curto prazo, é hora de repensar. O tráfego pago continua importante. Contudo, depender só dele é arriscado. Afinal, empresas que combinam anúncios e SEO estruturado conseguem reduzir custos de aquisição e gerar receita constante. Enfim, vamos direto ao ponto.

A inteligência artificial mudou a forma como os usuários buscam informações. Ferramentas como o Google SGE (Search Generative Experience) priorizam respostas mais contextualizadas e menos dependentes de links tradicionais. Entretanto, isso não significa o fim do SEO. Significa que ele ficou mais inteligente.
Assim, hoje o SEO exige mais do que palavras-chave. Exige conteúdo útil. Autoridade digital. E reputação. Além disso, as empresas precisam pensar em como seus conteúdos aparecem em respostas geradas por IA. Portanto, quem domina SEO tradicional continua tendo vantagem. Afinal, sem uma base sólida, nenhuma estratégia avançada de IA se sustenta.

O SEO não acabou. Apenas deixou de ser puramente técnico. Agora, ele integra branding, criação de autoridade e otimização de conteúdo para algoritmos mais sofisticados. Além disso, exige planejamento. E, principalmente, visão de longo prazo. Enfim, quem trata o SEO apenas como uma lista de palavras-chave está fora do jogo.
O SEO mudou completamente. Não dá mais para olhar só para palavras-chave e links. Hoje falamos de três pilares que precisam caminhar juntos: o SEO tradicional, a integração com inteligência artificial e o uso de modelos de linguagem que entendem contexto. Quem ignora isso fica para trás.
Felipe Zenith, Sócio diretor da GoOn Marketing
Continua sendo a base de tudo. Envolve otimização técnica (velocidade, estrutura do site, dados estruturados) e conteúdo relevante para ranquear nos resultados do Google. Sem essa fundação, nada funciona.
São sistemas que combinam mecanismos de busca com inteligência artificial para dar respostas mais completas. Se o seu conteúdo não está bem estruturado e não passa autoridade, ele não será usado como fonte por essas tecnologias.
Modelos de linguagem, como o ChatGPT ou o próprio Google Bard, consomem e priorizam conteúdos confiáveis. Aqui entra a criação de textos úteis, que respondam perguntas reais e mostrem credibilidade.
Dados falam mais alto que opiniões. Entre 2024 e 2025, os clientes da GoOn Marketing movimentaram R$5 milhões em receita. Destes, 40% vieram do tráfego orgânico. Portanto, o SEO ainda gera dinheiro — e muito. Além disso, o mercado global de SEO deve alcançar US$122 bilhões até 2028, crescendo quase 10% ao ano.
Esse dado vem de um relatório da Research and Markets, divulgado via PR Newswire em setembro de 2022. Segundo o estudo, “o tamanho do mercado global de SEO deve atingir US $122,11 bilhões até 2028, com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 9,6%”
Assim, empresas que apostam em SEO estratégico conseguem resultados consistentes, mesmo em meio à busca generativa. Enfim, se ainda existe dúvida, os números provam. O SEO continua sendo um dos investimentos mais rentáveis do marketing digital.
Primeiro, pare de pensar no SEO como um simples “truque para aparecer no Google”. Assim, foque em três pilares: conteúdo útil, autoridade e experiência do usuário. Além disso, otimize para buscas conversacionais. A IA interpreta contexto. Portanto, produza textos que respondam perguntas reais dos clientes.
Contudo, não abandone o SEO técnico. Estrutura do site, velocidade e dados estruturados ainda são vitais. Enfim, você precisa de um plano que una o melhor do SEO tradicional com as novas exigências da IA.
E se tudo isso parece complexo demais, considere conversar com especialistas. A GoOn Marketing, por exemplo, desenvolve estratégias de SEO integradas que podem complementar suas campanhas de tráfego pago. Afinal, unir as duas frentes garante mais resultados e menor custo a longo prazo.

O papel do SEO mudou, mas continua essencial. A IA precisa de dados de qualidade para gerar boas respostas. Portanto, se o seu conteúdo é bem otimizado, ele tem mais chances de aparecer como fonte nessas buscas.
Além disso, empresas que trabalham com FAQs, conteúdos educativos e guias completos têm mais visibilidade. Um exemplo? Marcas que investiram em artigos bem estruturados sobre dúvidas frequentes do setor já aparecem citadas como referência em respostas geradas por IA. Assim, o SEO virou uma ponte entre o seu negócio e os algoritmos que “decidem” o que o cliente vê.
Porque a essência da busca continua a mesma. Pessoas ainda querem respostas. Entretanto, o caminho para essas respostas mudou. O Google e outras IAs agora valorizam mais contexto e confiabilidade. Portanto, quem produz conteúdo de qualidade e investe em reputação digital segue relevante.
Além disso, o SEO não depende apenas dos links azuis. Ele está em vídeos, imagens, snippets, mapas e agora também nas respostas geradas por IA. Enfim, o SEO só deixou de ser invisível para quem parou no tempo. Para quem evoluiu, ele nunca esteve tão vivo.
SEO significa Search Engine Optimization (Otimização para Motores de Busca). É o conjunto de estratégias para fazer seu site aparecer melhor no Google. A curiosidade? 90% das pessoas não passam da primeira página de resultados. Ou seja, se você não está lá, praticamente está invisível.
Não! Na verdade, ele ficou mais estratégico. Ferramentas de IA como o Google SGE dependem de conteúdo bem otimizado para gerar respostas. Ou seja, se seu site tem autoridade e conteúdo de qualidade, a IA usa você como referência.
SEO não é instantâneo como o tráfego pago. Geralmente leva de 3 a 6 meses para os primeiros resultados consistentes aparecerem. Mas a curiosidade é: depois que o SEO engrena, ele continua gerando visitas sem que você pague por cada clique, diferente dos anúncios.
Não. O SEO também influencia YouTube, Amazon, Bing e até TikTok. Curiosidade: o YouTube é o segundo maior mecanismo de busca do mundo, e usar SEO em títulos, descrições e tags aumenta muito as visualizações.
Porque você não paga diretamente por cada visita. É como ter uma vitrine aberta 24h. A curiosidade? Estudos mostram que 70% dos cliques vão para resultados orgânicos e não para anúncios pagos.

O marketing digital industrial é muito mais do que postar nas redes ou criar anúncios esporádicos. Ele exige estratégia, domínio técnico e conhecimento real do público B2B. E, para muitas empresas, contar com uma agência de marketing digital industrial é o caminho mais eficiente para gerar leads qualificados, fortalecer a marca e aumentar as vendas com previsibilidade.

Este artigo mostra como aplicar SEO para indústria de forma estratégica, com foco em atrair clientes ideais e gerar resultados sustentáveis. Você vai entender os benefícios da prática, os principais desafios, os tipos de conteúdo mais eficazes e como escolher uma agência especializada com base em cases reais. Um guia essencial para indústrias que querem crescer no digital com inteligência.

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